De Zé da Burra o Alentejano a 23 de Novembro de 2007 às 16:52
O título deste "post " não poderia ter sido melhor escolhido!

Pois é, há muito que a menina deveria estar com o pai que a reclamou logo três dias depois de saber que era efectivamente sua filha, depois dos exames ao ADN e da comunicação dos resultados, o que demorou uma eternidade, a que se seguiu uma luta interminável em Tribunal (JUSTIÇA À PORTUGUESA), cuja decisão não foi cumprida porque os o casal que tinha a menina à sua guarda não estava de acordo com a sentença (CUMPRIMENTO À PORTUGUESA DA ORDEM DO TRIBUNAL).

De pevide a 23 de Novembro de 2007 às 17:55
A "Justiça à Portuguesa" é lenta que se farta, para o bem e para o mal...
O que me deixa "completamente parva" é o facto de o "feeling de ser pai" só surgir após um teste de paternidade não-espontâneo.
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