De Zé da Burra o Alentejano a 23 de Novembro de 2007 às 16:52
O título deste "post " não poderia ter sido melhor escolhido!

Pois é, há muito que a menina deveria estar com o pai que a reclamou logo três dias depois de saber que era efectivamente sua filha, depois dos exames ao ADN e da comunicação dos resultados, o que demorou uma eternidade, a que se seguiu uma luta interminável em Tribunal (JUSTIÇA À PORTUGUESA), cuja decisão não foi cumprida porque os o casal que tinha a menina à sua guarda não estava de acordo com a sentença (CUMPRIMENTO À PORTUGUESA DA ORDEM DO TRIBUNAL).

De pevide a 23 de Novembro de 2007 às 17:55
A "Justiça à Portuguesa" é lenta que se farta, para o bem e para o mal...
O que me deixa "completamente parva" é o facto de o "feeling de ser pai" só surgir após um teste de paternidade não-espontâneo.
De Zé da Burra... a 26 de Novembro de 2007 às 10:12
Cara "Pevide"

1.º) Gostava de saber qual é o homem minimamente sensato que aceitaria a paternidade só porque a mãe da criança, com a qual teve uma relação ocasional lhe diz que vai ser pai.

2.º) Como veio várias vezes referido na comunicação social, o pai da menina requereu a sua guarda ao Tribunal, logo três dias depois de ter sido notificado da paternidade, pelo que essa acção estaria já antecipadamente preparada.

Como vê o papá não poderia vir mais depressa!


De pevide a 26 de Novembro de 2007 às 14:21
Caro Zé,

Um homem sensato pediria, então, um exame de paternidade assim que possível. Só para dissipar as dúvidas... independentemente de ter sido uma relação ocasional ou não.
Bastava ter esperado uns meses...

Comentar:
De
 
Nome

Url

Email

Guardar Dados?

Ainda não tem um Blog no SAPO? Crie já um. É grátis.

Comentário

Máximo de 4300 caracteres



Copiar caracteres

 



O dono deste Blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.